Os personagens da Literatura Contemporânea Sulina de Caio Fernando de
Abreu e João Gilberto Noll,não retrata mais a questão do "Gaúcho a
Cavalo e o Gaúcho a Pé",os autores seguem escritas e questões da
realidade que existe na época , política, sociedade, homossexualismo,
violência, miséria, solidão.Ainda busca e rearticula o aspecto do
modernismo dando ênfase e rompendo barreiras da região indo além para
novidades internacionais.
Podemos observas alguns aspectos no conto,
"O Meu Amigo" de João Gilberto Noll; "Casemiro abre o catálogo
telefônico antes de dormir. Ouve a voz do jornaleiro alardeando a
manchete de O GLOBO. A manchete revela e clama o número de flagelados.
Quantos? pergunta Casemiro. Mas a voz do jornaleiro a vai longe."
Rogenio Mignoni
terça-feira, 2 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Sérgio Faraco
Confira nosso vídeo!!!
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terça-feira, 18 de junho de 2013
Blog
Qual a importancia do blog enquanto ferramenta para o incentivo da leitura da literatura do Rio
Grande do Sul?
Aguardo comentários...
sábado, 15 de junho de 2013
O OVO APUNHALADO
"O OVO APUNHALADO", de Caio Fernando de Abreu, é o livro q gostaria de indica-los. Livro composto por 23 contos onde nos da uma sensação de que o autor lida com e essência da condição humana ainda em crise dentro de um universo complexo, mágico frequentemente buscando a loucura e o caos, ainda abordando e nos fazendo pensar, refletir sobre a sociedade, nossa forma de pensar e agir buscando o imaginário de nossa mente. Nos tornando mais seres humanos. Rogenio mignoni
Os Bandoleiros
A
leitura do livro “Os Bandoleiros” de João Gilberto Noll, é importante para
formar um leitor que perceba e se sensibilize com a barbárie humana, pois
através deste livro é possível visualizar a violência, a deterioração do
individuo, o acúmulo de vícios das pessoas. Entender o homem do mundo
contemporâneo que tem dificuldades de se inserir na sociedade, que segue
ideologias absurdas, vive cada vez mais solitário, vê o tempo passar rápido e
acredita não valer mais a pena viver, pois é apenas uma peça inútil em um mundo
que não precisa mais dele, que já não o reconhece.
MINÉIA CARINE HUBER
Um passado pela frente (poesia gaúcha ontem e hoje)
Quero indicar
a leitura do livro “Um passado pela frente (poesia gaúcha ontem e hoje)” do professor
Luís Augusto Fischer.
Na abertura do
livro encontramos nas palavras de Fischer, um trecho incrível: “Corre em nossas
veias literárias uma mistura homogênea, consistente, compostas por doses
parelhas de resentimentos [...] e paradoxalmente de uma espécie de obrigação ao
heroísmo [...]”. (p.10). Oferece uma ideia do que encontraremos no livro, uma
leitura de grande valia para todos que desejam conhecer um pouco mais da poesia
rio-grandense.
O livro
apresenta o cenário da Literatura gaúcha. O autor discorre sobre as obras de
Mário Quintana e Aureliano de Figueiredo Pinto. Mostra também um estudo sobre
as novas gerações e sobre música.
Patrícia Simone Grando
“O Louco do Cati” – Dyonelio Machado
É considerado um dos romances mais importantes do escritor gaúcho Dyonelio Machado. O contexto do livro “O Louco do Cati” dá-se durante a ditadura militar. O que dá nome ao livro é o personagem principal, um sujeito misterioso tido como louco numa pequena cidade no interior gaúcho. O livro desenrola-se através de percursos realizados pelo louco e termina quando ele então reencontra as ruinas do lugar onde por muito tempo ele ficou preso e foi torturado. A palavra cati, uma das poucas ditas por ele, é a abreviação de cativeiro. Na obra todos os percursos percoridos pelo louco no seu itinerário sem destino, são interompidos po algum motivo: barreiras, chuvas, estradas incompletas que não levam a lugar nenhum. o segundo personagem mais importante da obra, Nestor, ficamos sem saber de seu destino e se ele era realmente um terrorista, ou se tudo não passava de engano da polícia. Desse modo o romance de Dionélio é uma denuncia aos horrores e os dramas psicológicos vivenciados na ditadura.
Edivânia Moro.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Tarefa 3
Indicar um livro da literatura sul
rio-grandense, que pode ser em prosa ou verso, apresentando o porquê de sua
leitura e a importância dela para a formação do leitor.
Ou seja, cada aluno deve destacar as
motivações para a leitura da obra indicada e como a leitura da obra traz
resultados positivos para a formação do leitor.
ORIENTACÕES:
A) A indicação deve
ser de um livro não lido nas aulas da disciplina;
B) A resposta deve
ser argumentativa, ou seja, convencer de que a leitura indicada realmente é
necessária para a formação do leitor; para tanto, argumentos devem ser usados;
C) A indicação deve
conter entre sete e dez linhas e ser escrita em língua portuguesa culta;
D) Prazo de
postagem: 15 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Resposta:
Os personagens da Literatura Contemporânea Sulina de Caio Fernando de
Abreu e João Gilberto Noll,não retrata mais a questão do "Gaúcho a
Cavalo e o Gaúcho a Pé",os autores seguem escritas e questões da
realidade que existe na época , política, sociedade, homossexualismo,
violência, miséria, solidão.Ainda busca e rearticula o aspecto do
modernismo dando ênfase e rompendo barreiras da região indo além para
novidades internacionais.
Podemos observas alguns aspectos no conto, "O Meu Amigo" de João Gilberto Noll; "Casemiro abre o catálogo telefônico antes de dormir. Ouve a voz do jornaleiro alardeando a manchete de O GLOBO. A manchete revela e clama o número de flagelados. Quantos? pergunta Casemiro. Mas a voz do jornaleiro a vai longe."
Rogenio Mignoni
Podemos observas alguns aspectos no conto, "O Meu Amigo" de João Gilberto Noll; "Casemiro abre o catálogo telefônico antes de dormir. Ouve a voz do jornaleiro alardeando a manchete de O GLOBO. A manchete revela e clama o número de flagelados. Quantos? pergunta Casemiro. Mas a voz do jornaleiro a vai longe."
Rogenio Mignoni
sábado, 8 de junho de 2013
Como personagens dos contos de
Caio Fernando Abreu e de João Gilberto Noll podem ser inclusos nesse contexto
da literatura contemporânea sulina?
Como
a literatura retrata o que acontece na sociedade, a literatura contemporânea sulina deixa de lado o gaúcho
rústico e traz para seus temas as transformações ocorridas na vida
social do povo da época, como: a concentração urbana, a industrialização, o
capitalismo, as desigualdades e injustiças sociais. E é nesse contexto, que
surgem Caio Fernando Abreu e João Gilberto Noll, revelando através de seus
personagens uma sociedade com indivíduos, consumistas, individualistas, com
desvio de valores, e também os marginalizados.
Os
autores delegam voz a este marginalizado pela sociedade, que sofre preconceito e
é reprimido. Caio Fernando Abreu, no conto Terça-feira
Gorda revela dois personagens que buscam a liberdade, se assumindo como
homossexuais, uma minoria social marginalizada, mas sofrem preconceito; João
Gilberto Noll no conto O filho do Homem revela
um personagem, Eva, interessada apenas em consumir, e por isso abandona seu
marido, para ficar com outro homem com mais riqueza.
MINÉIA CARINE HUBER
Como personagens dos contos de Caio Fernando Abreu e de João Gilberto Noll podem ser inclusos nesse contexto da literatura contemporânea sulina? Explique, citando exemplos.
A literatura contemporânea sulina abandonou os personagens até então idealizados como gaúchos perfeitos para abordar uma realidade muito diferente. Os autores passaram a mostrar o homem do sul de uma forma mais real, abandonando a figura fantasiosa e retratando um ser mais real, cheio de angústias e problematizado por um cenário que sofreu bruscas mudanças.Caio Fernando De Abreu escreveu sobre temas como: sexo, medo da morte, o medo em geral, a angústia, a solidão, o homossexualidade, entre outros. No livro de contos Morangos Mofados ele aborda o estranhamento, a solidão, a dor e o sentimento de marginalização. O tema homossexualidade está presente de forma aberta no conto “Sargento Garcia”. Ali se narra a iniciação sexual de um menino homossexual com um oficial do exército, o Sargento Garcia do título.
João Gilberto Noll no livro O Cego e a Dançarina aborda mulheres, homens, adolescentes e crianças experimentando situações de intensa paixão, velado ou vulgar, de brutal violência, miséria, solidão, carência de afeto e de sentido.
Edivânia Moro.
Como personagens dos contos de Caio Fernando Abreu e de João Gilberto Noll podem ser inclusos nesse contexto da literatura contemporânea sulina? Explique, citando exemplos.
Os
personagens de Caio Fernando Abreu e João Gilberto Noll abordam, através de
suas narrativas, temas como o preconceito e a discriminação em relação àqueles
sujeitos que ousam transpor as fronteiras da ‘normalidade’ para vivenciar e
conhecer desejos e afabilidades, falam de questões estéticas e políticas, e
também sobre a literatura brasileira de temática gay. É neste ponto que se
incluem na Literatura sulina contemporânea, que enfoca a realidade das classes
sociais e das minorias.
No
livro Morangos Mofados de Caio Fernando de Abreu estas questões são evidentes,
como podemos ver neste trecho do conto Terça-feira Gorda: “Foge, gritei,
estendendo o braço. Minha mão agarrou um espaço vazio. O pontapé nas costas fez
com que me levantasse. Ele ficou no chão. Estavam todos em volta. Ai-ai,
gritavam, olha as loucas.”. Em João Gilberto Noll, podemos ver essas
características no livro O Cego e a Dançarina, note no trecho a seguir: “Armênio
mexe nos seus pertences porque é velho, caduco e manco. Surdo: a filha o chama
da escada de caracol e ele não quer ouvir [...]” (Conto A Vida). Ambos os
autores abordam estas temáticas também em suas demais obras.
Patrícia Simone Grando
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Comente:
Considere o seguinte excerto, retirado de um artigo de Boniatti (2008) disponível em http://www.abralic.org.br/anais/cong2008/AnaisOnline/simposios/pdf/015/ILVA_BONIATTI.pdf, no qual a pesquisadora tece considerações sobre a literatura contemporânea do Rio Grande do Sul:
Como personagens dos contos de Caio Fernando Abreu e de João Gilberto Noll podem ser inclusos nesse contexto da literatura contemporânea sulina? Explique, citando exemplos. Sua reposta deve ter entre 10 e 15 linhas.
Aguardamos comentários e respostas até o dia 08 de junho de 2013.
Como personagens dos contos de Caio Fernando Abreu e de João Gilberto Noll podem ser inclusos nesse contexto da literatura contemporânea sulina? Explique, citando exemplos. Sua reposta deve ter entre 10 e 15 linhas.
Aguardamos comentários e respostas até o dia 08 de junho de 2013.
sábado, 25 de maio de 2013
Como a literatura rio-grandense se relaciona com o imaginário cultural do Estado do Rio Grande do Sul?
A literatura se relaciona com seu imaginário em dois momentos, em primeira instância o "Homem a Cavalo",onde se caracteriza apego ao cavalo, guerreiro,herói,enérgico,orgulhoso.
Em segundo momento o "Homem a Pé", a mudança de valores, ambiente,costumes,adquirindo assim uma nova concepção do gaúcho.
Em (Conto "Contrabandista", Lopes Neto) "Conhecia as querências pelo faro: aqui era o cheiro do açouta-cavalo florecido, la o dos trevais, o das guabirobas rasteiras.",nesse trecho podemos ver algumas características do "gaúcho a cavalo".
Rogenio Mignoni
Em segundo momento o "Homem a Pé", a mudança de valores, ambiente,costumes,adquirindo assim uma nova concepção do gaúcho.
Em (Conto "Contrabandista", Lopes Neto) "Conhecia as querências pelo faro: aqui era o cheiro do açouta-cavalo florecido, la o dos trevais, o das guabirobas rasteiras.",nesse trecho podemos ver algumas características do "gaúcho a cavalo".
Rogenio Mignoni
Como a literatura rio-grandense se relaciona com o
imaginário cultural do Estado do Rio Grande do Sul?
A literatura rio-grandense
se relaciona com o imaginário cultural do Rio Grande do Sul, pois retrata o
gaúcho e sua cultura ao longo da história, com diferentes visões sobre o mesmo.
Em primeiro momento o gaúcho
é retratado como o homem do campo, que anda a cavalo, trabalhador, honesto, com
espírito guerreiro e amor pela liberdade; essa descrição idealizada e
mitificada do gaúcho encontramos nos Contos
Gauchescos, de João Simões Lopes Neto.
Em segundo momento, com as
transformações sociais, econômicas e políticas ocorridas no estado, esse gaúcho
é retratado sem a idealização anterior, pois está desenraizado, perde o seu
espírito guerreiro; vai para o ambiente urbano e passa a andar a pé, como está despreparado
para o trabalho na cidade, é marginalizado; esse gaúcho desmitificado encontramos
na trilogia do Gaúcho a Pé, de Cyro Martins.
MINÉIA CARINE HUBER
Como a literatura rio-grandense se relaciona com o imaginário cultural do Estado do Rio Grande do Sul?
O povo gaúcho se caracteriza por ser um povo muito orgulhoso de sua cultura e de suas tradições. E a literatura gaúcha não poderia deixar de assim descrever a população sulina. Podemos observar nos contos de Lopes Neto a típica figura gaúcha de homem do campo orgulhoso e cultuador das tradições através da figura do valente narrador Blau Nunes. Já na obra de Cyro Martins o orgulhoso homem do campo mudou-se para a cidade e perdeu tudo que o identificava como gaudério, mas na sua memória e sentimento tudo permanece vivo e intacto.
EDIVÂNIA MORO.
Como a literatura rio-grandense se relaciona com o imaginário cultural do Estado do Rio Grande do Sul?
O imaginário cultural do Estado do Rio
Grande do Sul caracterizou-se em um primeiro momento pela visão do homem a
cavalo, da pecuária, movida por interesses econômicos e políticos. Em um
segundo momento o imaginário se volta pra uma visão mais realista, do 'gaúcho a
pé', pobre, longe do ‘pampa’ e de seus costumes. Ou seja, no Rio Grande do Sul,
podemos visualizar duas representações do imaginário social: a do gaúcho
mitificado e a do não mito.
Podemos ver bem isso nas obras de nossos
autores, enquanto Simões Lopes Neto vê o gaúcho herói, como observamos neste
trecho do conto 'Juca Guerra': "Moreno, alto, delgado; olho preto; nariz,
de homem mandador; mãos e pés de moça; tinha força como quatro; bailarino,
alegre, campeiraço; e o coração devia ser-lhe mui grande, devia encher-me o
peito todo, de bom que era.".
Do outro lado temos Cyro Martins, que
nos mostra a realidade do gaúcho saindo do campo e entrando na cidade. Esta desmitificação pode ser observada no seguinte trecho: “Quando João
Guedes, há três anos atrás, já desiludido de achar morada na campanha, veio à
cidade em busca de uma casa para se meter com a família, foi o Oscar, o marido
de Querubina, que deu jeito no negócio, assumindo espontaneamente a
responsabilidade de fiador" (Porteira Fechada,1944). O que vemos é um
gaúcho desiludido, sem todo aquele orgulho, um ser deslocado tentando
sobreviver em um novo meio.
Patrícia Simone Grando
.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Letras Uri - Novidades
Visitem nossos Blogs
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- Nos próximos dias todos os integrantes dos blogs responderão a seguinte questão:
Aguardamos seus comentários referente ao assunto!!
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Como
a literatura
rio-grandense
se relaciona
com o imaginário
cultural do Estado do Rio Grande do Sul?
Aguardamos seus comentários referente ao assunto!!
terça-feira, 30 de abril de 2013
Referências do Blog (atualizadas a cada nova leitura)
-
ARENT, João Cláudia. O imaginário social
em João Simões Lopes Neto, Métis: história e cultura. Caxias do Sul, V.2,
n.4 jul/dez, p.112, 2003
- BONIATTI,
Ilva M.
As regiões culturais na literatura do
Rio Grande do Sul. XI
Congresso Internacional da ABRALIC: Tessituras,
Interações, Convergências. São
Paulo, 2008, p. 5.
-CARDOSO, Caroline dos
Santos. Literatura e história na trilogia
de Cyro Martins: a representação dos gaúchos e das prendas a pé. Disponível
em http://www.pucrs.br/edipucrs/online/IXsemanadeletras/ide/Caroline_dos_Santos_Cardoso.pdf.
Acesso em 22 maio 2013.
-
CHAVES, Flávio Loureiro. Simões Lopes
Neto: regionalismo e literatura. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1982.
-
___________________. João Simões Lopes Neto. Disponível em
<http://www.paginadogaucho.com.br/escr/lopesneto.htm>, acesso em
25/04/2013.
-
LARA, Elizabeth Rizzato. O gaúcho a pé:
um processo de desmitificação. Porto Alegre. Movimento, 1985.
-
POZENATO, José Clemente. O regional e o
universal na Literatura Gaúcha. Porto Alegre, Movimento, Instituto Estadual
do Livro, 1974.
-
PRADO, Silvia do. O regionalismo nos
contos de Simões Lopes Neto. Frederico Westphalen, 2008, 37 f. Monografia
de Graduação do Curso de Letras - Campus de Frederico Westphalen, Universidade
Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões.
-
RIO GRANDE DO SUL, Secretaria de Educação e Cultura. Subsecretaria de Cultura.
Instituto Estadual do Livro. Cyro
Martins. Porto Alegre, IEL, 1983.
- SILVA, Márcia Ivana de Lima e. Cyro Martins.
Disponível em <http://www.paginadogaucho.com.br/escr/cyro.htm>,
acesso em 24/04/2013.
-SILVEIRA,
Verli Fátima Petri da. Imaginário sobre
o gaúcho no discurso
literário:da representação do mito em Contos Gauchescos, de João Simões
Lopes Neto, à desmitificação em Porteira Fechada, de Cyro Martins. Porto
Alegre, Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Programa De Pós-Graduação Em
Letras Curso De Estudos Da Linguagem Área De Teorias Do Texto E Do Discurso, 2004.
-
SOUZA, Janice Lení Lermen de. A
Desmitificação do Gaúcho em Porteira Fechada de Cyro Martins. Frederico
Westphalen, 2003,48 f. Monografia de Pós-graduação em letras e especialização
em literatura – Campus de Frederico Westphalen, Universidade Regional Integrada
do Alto Uruguai e das Missões.
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